Ultimas
A carregar...

História do Airbus A300




O Airbus A300 é um avião de médio alcance, sendo o primeiro bimotor de fuselagem larga (widebody) da história da aviação, bem como a primeira aeronave produzida pela Airbus S.A.S.. O primeiro voo deste significativo avião foi feito em 28 de outubro de 1972, e a aeronave foi fabricada pela Airbus de 1972 até 2007, tendo sido aperfeiçoada tecnologicamente ao longo dos anos pela Airbus. É capaz de transportar cerca de 280 passageiros percorrendo médias distâncias. Vendeu cerca de 561 unidades.


O Airbus A300 foi a primeira aeronave do consórcio Airbus, formado pela França, Alemanha, Grã Bretanha e Espanha. Foi lançado no início dos anos 70 e sua fabricação em série começou em maio de 1974, sendo o primeiro wide body (cabine larga) bijato (dois motores) do mundo. O modelo foi provisoriamente chamado de A300 (pela capacidade máxima estimada de assentos). O primeiro protótipo voou em 28 de outubro de 1972. Após a homologação pelas autoridades francesas e alemãs, em Março de 1974, as primeiras unidades foram entregues à Air France.

A300B1
Apenas duas aeronaves desta versão foram construídas, um protótipo e outra que foi usada pela Trans European Airways e repassada à Air Algérie seis semanas depois, continuou operando até 1990. A versão da Trans European Airways tinha capacidade para 300 passageiros, e o da Air Algérie de 323 passageiros, com apenas 50,97 m de comprimento.


A300B2
Foi a primeira versão a ser produzida em larga escala, utilizava os mesmos motores do Boeing 747-100. Logo depois foi lançada uma versão com melhorias aerodinâmicas conhecida como A300B2-200, ou simplesmente, A300-200.


A300B4
1977, o primeiro Airbus na América Latina. (1978 no Aeroporto Internacional de São Francisco)
Foi uma versão de maior alcance em relação a versão anterior.


A300-600
Foi a última versão do modelo, lançado em 1980. A versão 600 foi fabricada em sua configuração básica, para 266 passageiros mais 32.900 libras de carga e autonomia de 7.700 km sem escalas tendo, segundo o fabricante, um custo operacional 9% mais baixo que seu imediato competidor da época Boeing 767. Como modificações, incorporou algumas melhorias aerodinâmicas e uso extensivo de compósitos na sua fabricação. O A300-600 tem a primazia de ser o primeiro jato comercial, depois do Concorde, a utilizar os sistemas de comando "fly-by-wire". A parte final da fuselagem também foi modificada, permitindo a inclusão de duas fileiras extras de assentos. Como último desenvolvimento da série, foi lançada a versão A300-600R, que possui tanques extras no estabilizador horizontal, maior alcance e cabine de comando dotada de EFIS. Além dos Pratt & Whitney PW JT9-7R4HI, PW4156 (A300-600) e PW4158 (A300-600R/C), a General Electric também fornece motores para estas versões: os GE CF6-50C2 (A300-600) ou CF6-80C2A5 (A300-600R/C). O modelo encontrou outro nicho nos últimos anos: a operação em transporte de carga. A UPS e Fedex são dois grandes clientes do tipo.


Beluga
Também conhecido pelo modelo A300-600ST, é uma versão modificada do A300-600 para transporte de peças de aviões da Airbus.

A300B10
Essa variação, posteriormente foi rebatizada como Airbus A310.

No Brasil

A300B2-200 da VASP.


A300B4-200 da Varig.


A300B4-200 da Cruzeiro.
A VASP, Varig e Cruzeiro utilizaram o modelo A300B2 e B4-200 em rotas nacionais e continentais, com grande sucesso. A VASP foi a pioneira no uso dessas aeronaves na América do Sul e fez muito sucesso na rota São Paulo - Brasília - Manaus. Hoje um único A300 da VASP, de prefixo PP-SNM que estava abandonado no Aeroporto de Guarulhos foi arrematado em um leilão promovido pelo Conselho Nacional de Justiça em 2013. O arrematante desistiu da compra. Foi realizado outro leilão, mas o novo comprador também desistiu ao verificar o sumiço de várias partes. No fim, por decisão judicial, o aparelho foi desmontado no próprio aeroporto.


Enviar um comentário

1 Comentários