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Efeito MAX


Companhias requerem compensação por parte da Boeing por conta da crise do Boeing 737 MAX, que vem sendo acompanhada desde o ano passado.

O Boeing 737 MAX está suspenso desde o 1º trimestre de 2019. A produção da aeronave está suspensa desde janeiro. A previsão da Boeing é que a aeronave só volte a voar a partir do 2º semestre de 2020, após o processo de certificação do modelo. Outros fatores como: a obrigação de treinar todos os pilotos do MAX em simuladores fará as aéreas perderem tempo e dinheiro, por conta do baixo número de simuladores do modelo em todo o mundo (34 unidades). Todos estes fatores, em conjunto, além, claro, do número de aeronaves prontas estocadas em todo o mundo, farão com que a produção do MAX fique parada por até seis meses.

E como já aconteceu com outras cias como: American Airlines, Aerolíneas Argentinas, Aeromexico, Turkish Airlines e tantas outras clientes da Boeing, agora é a vês da Gol Linhas Aéreas também buscará uma compensação financeira futura pela paralisação do MAX. 

“Se não houvessem problemas com a aeronave, até ontem a gente teria em torno de 20 MAXs. Hoje temos sete parados aqui no Brasil. Por conta disso fomos buscar aeronaves no mercado sob contrato de leasing. Agora esperamos que em dezembro o MAX já esteja pronto para voar. É claro que sempre fez falta, porque fomos obrigados a buscar aeronaves que não têm o padrão da Gol, mas até que conseguimos contornar bem. Fará falta mesmo se não tiver liberado para voar em dezembro e janeiro”, disse Eduardo Bernardes.

Em setembro, durante a Abav Expo 2019, o vice-presidente da Gol, Eduardo Bernardes, cogitava a volta do MAX ainda em dezembro de 2019. Como isso não aconteceu, a companhia acabou sofrendo a falta das aeronaves justamente durante a alta temporada de verão.

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