Boeing tem 16.000 empregados afetados pelo COVID-19


Enquanto tenta se recuperar de todo o sofrimento com o 737 MAX após as 346 mortes causadas por dois acidentes com o modelo, a Boeing agora sofre com essa crise mundial causada pela pandemia e tem 16.000 empregos afetados pelo COVID-19.

A Boeing confirmou na última quarta-feira (29/04) que irá cortar 16.000 empregos que representa reduzir 10% sua força de trabalho mundial em 2020.

A empresa vai reduzir a produção de aeronaves de longa distância, que tiveram a maior redução de encomendas devido à pandemia do novo coronavírus que afeta o transporte aéreo.

A Boeing está organizando um programa de cortes de empregos por demissões voluntárias em todo o mundo.




Segundo o CEO David Calhoun, a maior parte desses cortes iram ocorrer no setor da aviação civil eliminando assim 15% da força de trabalho do setor. Ainda segundo Calhoun, 70.000 funcionários estão elegíveis ao plano de demissão voluntária.

“A clara redução na demanda por nossos produtos e serviços para os próximos anos não pode sustentar os altos níveis de nossa produção”


Essa crise começou com a queda de um 737 MAX da Lion Air e um da Ethiopian Airlines e se agravou com a paralisação das viagens internacionais e uma queda de 95% no tráfego aéreo nos Estados Unidos devido à pandemia.

Estimasse uma queda de 314 bilhões de dólares na receitas das companhias aéreas por todo mundo em 2020.


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1 Comentários

  1. Essa situação está afetando todos os setores econômicos. Já está começando acausar medo.

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